Um tapa de luva de pelica na cúpula da CBF.
Filipe Luís foi polido, mas firme.
Recusou o cargo de coordenador de Seleções.
O ex-lateral do Flamengo, que acabou de encerrar sua importante carreira, alegou que não quis o cargo porque quer investir na carreira de treinador.
O que é verdade.
Se aceitasse, ele ficaria dois anos e meio travado, exerceria uma função burocrática, sem poder efetivo.
Como aconteceu com Juninho Paulista.
Ele foi ferrenhamente cobrado pelos amistosos que o Brasil fez, vários de nível fraquíssimo, e só comemorou uma partida contra selecionado europeu. Diante da pouco representativa República Tcheca.
Quem efetivamente fica com a negociação de amistosos é o presidente da CBF.
Juninho só teve sua imagem desgastada com a fracassada preparação da Seleção para a Copa do Mundo do Catar.
Antes, para o Mundial de 2018, foi Edu Gaspar quem acumulou críticas.